Preço, o dia da sessão, onde atendo e como entrego as imagens.
É a fotografia feita para representar uma empresa ou um profissional no mercado: retrato executivo, fotografia de liderança, fotografia institucional de equipes e ambientes, e fotografia industrial em plantas fabris. Cada um desses formatos resolve um uso diferente, e a maioria dos meus clientes combina mais de um ao longo do tempo.
Para executivos, empreendedores e profissionais liberais de qualquer área: advogados, médicos, consultores, professores. Pessoas que precisam de uma imagem que represente quem elas são e o valor que entregam ao mercado.
O retrato executivo resolve uma necessidade pontual, uma foto boa para o perfil. A fotografia de liderança é um trabalho de imagem: pensa onde aquela imagem vai viver, o que ela diz sobre a pessoa e sobre a empresa, e como ela conversa com a linguagem visual da marca.
É a fotografia que mostra a empresa por dentro: as pessoas, os ambientes, a cultura, o jeito como o trabalho acontece. Não são poses de catálogo, são pessoas reais nos seus espaços reais.
É a fotografia feita dentro de plantas, fábricas e linhas de produção. Mostra os processos, os equipamentos, as pessoas e a escala da operação, com uma linguagem visual que valoriza a empresa sem perder a verdade do ambiente.
Em São Paulo, um retrato executivo em estúdio fica entre R$ 1.900 e R$ 5.500, conforme o pacote: o Essência (R$ 1.900) é a porta de entrada, o Presença (R$ 3.000) é o mais procurado, e o Autoridade (R$ 5.500) é o mais completo, para quem precisa da imagem em vários lugares ao mesmo tempo.
Não existe tabela fechada, porque o trabalho não é a soma de retratos individuais: o que pesa é o número de pessoas, os locais fotografados e o volume de edição que sai no fim. Cada projeto de equipe recebe uma proposta própria.
Depende de quantas vezes a imagem vai ser usada e por quanto tempo. Banco de imagens é barato por foto, mas genérico. Freelancer avulso custa pouco na sessão, mas cada refação por inconsistência é um custo que não entrou na cotação. Um fotógrafo especializado custa mais no dia, mas entrega uma imagem própria, com padrão que se sustenta por anos.
É o que mais escuto. Meu trabalho é conduzir a conversa até você esquecer a câmera. O desconforto costuma passar nos primeiros minutos, e o que fica registrado é você à vontade.
Começa com um café, e o café é o momento mais importante da sessão. É ali que observo a pessoa antes da câmera entrar: como ela senta, como gesticula, como o corpo se coloca quando está confortável. Quando começo a fotografar, a pessoa já esqueceu que existe uma câmera ali.
Depende do tipo de ensaio. Retratos costumam sair muito bem no estúdio, no Alto da Lapa. Já institucional e industrial acontecem no ambiente da empresa, onde a operação vive.
No Alto da Lapa, em São Paulo. Atendo a cidade e a região metropolitana, com expansão para Jundiaí e arredores.
Sim. Para projetos institucionais e industriais, vou até a empresa onde ela estiver. Já fotografei operações e sedes de clientes como FEMSA Coca-Cola, Bunge, PepsiCo, General Mills e Bauducco em diferentes cidades e estados.
Sim. Faço tanto o retrato individual quanto o conjunto da equipe inteira, com um resultado visual que conversa entre si no site e nos materiais da empresa.
As imagens são tratadas com cuidado e entregues em alta resolução, organizadas e prontas para uso em qualquer canal: LinkedIn, site, imprensa, apresentações. O número de imagens varia conforme o pacote ou o escopo do projeto.
Sim, e levo isso a sério. Em plantas industriais, pesquiso com antecedência o que é sigiloso e alinho com a equipe o que entra e o que fica de fora do quadro. No mercado financeiro, atendo com hora marcada, sem trânsito de outras pessoas no estúdio durante a sua sessão.