Da liderança individual à equipe de milhares de pessoas: retrato corporativo para o polo de tecnologia e negócios de São Paulo.
A Vila Olímpia reúne desde escritório enxuto de startup até sede de multinacional. O retrato certo muda de acordo com quem está na frente da câmera — não o contrário.
Já fiz projetos de retrato corporativo em grande escala na região, incluindo uma sessão para mais de 2.500 pessoas de uma empresa do setor financeiro. Sei organizar uma fila de retrato que anda rápido sem parecer produção em série.
Para quem prefere vir até mim, o estúdio no Alto da Lapa fica a uns 20 minutos dali. Para equipes, costumo ir até o escritório.
Os dois perfis. Já fotografei desde comitês executivos de multinacionais até equipes inteiras de empresas em crescimento — como o projeto que fiz para mais de 2.500 pessoas da XP. O que muda é o roteiro, não o cuidado.
Sim, é um dos formatos que mais faço. Monto um cantinho de retrato dentro do próprio escritório, com luz e fundo padronizados, e passo por cada pessoa em poucos minutos — sem tirar o dia inteiro da equipe.
Também atendo assim. O estúdio fica no Alto da Lapa, cerca de 20 a 25 minutos da Vila Olímpia, dependendo do trânsito.
Converso antes com você sobre isso. Empresa de tecnologia raramente quer o retrato engessado de terno escuro e fundo cinza; costuma pedir uma imagem mais próxima de quem a pessoa é no dia a dia, só que bem cuidada.
Uma mensagem curta já começa. O primeiro passo é sempre uma conversa.






















Fotografias de Alessandro Couto. Condições de uso e licenciamento.